Exercito de Salvação

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Estupro no Col. Caterinense: Liberdade de Imprensa e Direito de Saber

Escrevo aqui algumas palavras sobre a indecência da imprensa televisiva/massiva/global brasileira. Não quero somar minhas palavras com a 'montoeira' de blogs que se dedicam a condenar o já 'condenado pela vida' filhinho de papai que estuprou violentamente uma menina de 13 anos.

Venho falar sobre a indecência da televisão brasileira e do seu exercício da liberdade de imprensa.

Falo não por reclamarem da privacidade dos envolvidos  - pois [apenas] ricos tem privacidade, ainda que o infame e misógino cidadão afirme publicamente seus atos e os aprecie no Orkut - mas porque a Rede Globo/RBS, que em Santa Catarina é o Grande Irmão, tenta de todas as maneiras esconder notícias que dizem respeito a mim, como cidadão dessa cidade, como eleitor, como professor, como futuro pai. Eu tenho direito de saber.

É indecente, repito, que a Liberdade de Imprensa seja negativa - que ela além de não divulgar notícias de tal magnitude - por envolver pessoas do seu alto escalão - se manifeste para ir contra o processo democrático, instituindo uma censura mercadológica, numa hipocrisia que dá nojo. 

Fosse quem fosse, esse ato selvagem contra uma menina de 13 deveria aparecer. Que as identidades fossem preservadas, mas a situação fosse mostrada. A imprensa não pode esconder isso do povo.

Quem os deu autoridade pra dizer o que é certo e errado, para dizer o que eu posso saber ou não? Com certeza não deve ser um jornalista, repórter, redator, ou âncora de meia tigela, que deve ter lido um pouquinho de antropologia e sociologia, e feito um monte de disciplinas sobre como se vender para uma rede global, e não sentir nenhum peso na consciência.

Que comam seu dinheiro até se engasgarem. O meu, pelo menos, vou parar de dar a eles. Meus dois olhinhos vão ver coisas mas belas e construtivas.
Mais relevantes. 

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sobre o Amor

Definir o Amor é uma coisa difícil. 
Na Bíblia lemos que Deus é amor. Ora, se Deus é infinito e insondável, o que dizer do Amor com o que Ele se identifica?
Para os mais românticos, talvez dizer que o amor é uma decisão seja duro. Talvez para a vítima de traição depois de longos anos de casamento feliz não seja tão difícil assim.
Para os pragmáticos (ou 'politicamente corretos' ) dizer que o amor é um sentimento é uma blasfêmia - enfim, como Deus, sendo imutável, se compararia a um sentimento, que pudesse variar de acordo com as disposições dos corações das pessoas? Entretanto, para as vítimas de casamentos formais e/ou de contrato - pessoas de carne e osso - o amor que lhes falta é o sentimento negado.
Definitivamente, definir o amor é complexo. A definição mais próxima que consigo obter é misturando todos esses conceitos, e personificando-os em alguém.
Amor é um sentimento, vindo da decisão de alguém de se importar com quem quer que seja custe o que custar. Essa é a essência de Deus; é a essência da sua pessoa.
Diferente de outros sentimentos como paixão, ira, misericórdia, o amor é extremamente pessoal e relacional. Só é completo quando pode se dar verdadeiramente -ou seja, quando é recebido por outrem.
Essa dupla cidadania do amor - sentimento e atitude (disposição) - é o que torna tão complexo e maravilhoso. 
No amor, não posso sentir sem agir, nem tão pouco agir sem sentir. É a plenitude da pessoa que se põe em jogo para se amar, senão não é Amor.
Amor, só sabe o que é quem já sentiu.
No Amor, que é Cristo
Gabriel.
Seja bem-vindo(a)!

Sinta-se livre pra desenvolver os assuntos aqui. Os próximos textos vão levar em consideração os comentários lidos!

Vamos tentar rir juntos, também.
Sempre é possível.

Gabriel