Exercito de Salvação

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Crítica à Bastardos Inglórios

Olá pessoal!

Na quarta passada, dia 27, fui com a Aida assistir ao filme Bastardos Inglórios do distinto diretor Quentin Tarantino. Com a participação de Mike Myers e Brad Pitt.

A história do filme se passa na década de 40 em uma França dominada pelo III Reich de Hitler. Um grupo de 8 soldados judeus sob o comando de um oficial americano, tem o plano de se infiltrar na França e enfraquecer os pelotões nazistas em ataques-assalto (lembrando o saudoso game Commandos: Behind the Enemy Lines). São uma força-tarefa altamente especializada, e comandados pelo Tenente americano Aldo Raine, o Apache, interpretado por Brad Pitt.


De outro lado da trama é contada a história de Shosanna Dreyfus que vê sua família ser assassinada por oficiais da Gestapo e tem a chance de se vingar - digamos de passagem, de ficar BEM vingada.
Com uma utilização espetacular da fotografia, trilha sonora original, e um roteiro dividido em capítulos como em Kill Bill - outro filme seu - Tarantino constrói uma trama caótica que vai desenhando o filme de modo a levar a história a um fim incrível - mesmo que isso se esconda bem no meio das intricadas situações que aparecem.

Ótimo filme, recomendo a todos que assistiram filmes sobre a segunda guerra e ficaram indignados com a molenguice de alguns diretores - e àqueles que assistiram Kill Bill e admiraram a composição apesar de todo o sangue (risos).

Agradeço a Indianara Ramos pela sugestão :-)

Abraços,
Gabzmoreira

6 comentários:

edpaegle disse...

Gabriel, eu assistí ao filme no cinema e achei apenas razoável.Não ví nada de fantástico na idéia de escalpelar os nazistas dos judeus e a violência típica do Quentin Tarantino (sempre acho que ele é um clone do Samuel Rosa do Skank ou seria o contrário? A segunda guerra mundial para fazer filmes parece não se esgotar, mas já ví filmes bem melhores com essa temática. Faltou também qualidade nos diálogos.

Eduardo

Gabriel Moreira disse...

É a proposta artistica do Tarantino, é só ver pulp fiction e kill bill. Entendo suas demandas como historiador, mas como artista Quentin é bastante relevante. Leia a crítica do site Omelete sobre o filme que está bem mais detalhado que o meu.http://www.omelete.com.br/cine/100022604/Critica__Bastardos_Inglorios.aspx
abraço

Eder Barbosa de Melo disse...

Um pouco tarde pra discutir o assunto, mas não desprezo o Tarantino, aliás nem sou fã do genero mas confesso que ele consegue prender minha atenção. Sem falar no excelente final, sem clichês e demonstrando que tudo é possível no cinema. Ótimo filme, não por acaso concorre a algumas categorias do Oscar.

Gabriel Moreira disse...

É verdade èder. Pra falar acerca do meu respeito pelo cinegrafista, eu, que sou um crítico ferrenho aos filmes de terror do cinema senti, nessa semana, vontade de assistir Albergue...
Abraço.

Eder Barbosa de Melo disse...

Gabriel, me senti honrado por me seguir no Blog "Recortes", nomei assim porque queria falar um pouco sobre tudo, desde o meu cotidiano a espiritualidade, cultura, política, comportamento, cinema, futebol, música... enfim, o que der na telha. Grato

Quanto ao Tarantino, na verdade também considero o "terror" até meio burro, prefiro um suspense, ao estilo Jogos Mortais 1 (o único na verdade), gosto de filmes que me surpreendam. O Albergue é interessante pelo final pouco convencional ao genero, mas é bem pesado - não gosto de violência gratuita e tortura. Afora essa apelação do Tarantino, os recursos usados em filmes como Kill Bill e Bastardos me atraem. Bom sou cinéfilo. Abraço!

Gabriel Moreira disse...

Pois é, também tenho restrições enormes a terror - e considero jogos mortais terror também. Quase perdi amigos por isso.
Albergue não vi ainda, mas vou considerar seu comentário, porque se você aproveitou algo de Jogos Mortais (que eu detestei principalmente pelo sadismo e violência gratuita) e considerou O Albergue forte, acho que não vou conseguir nada do filme :-D

Sobre o blog, eu também tento fazer "recortes" da minha vida, porque, modéstia a parte, acho-a muito interessante!! risos.
Abraço!

(vou postar um dia desses a música de natal que o coral aqui cantou.)

Seja bem-vindo(a)!

Sinta-se livre pra desenvolver os assuntos aqui. Os próximos textos vão levar em consideração os comentários lidos!

Vamos tentar rir juntos, também.
Sempre é possível.

Gabriel