Olá pessoal!
Na quarta passada, dia 27, fui com a Aida assistir ao filme Bastardos Inglórios do distinto diretor Quentin Tarantino. Com a participação de Mike Myers e Brad Pitt.
A história do filme se passa na década de 40 em uma França dominada pelo III Reich de Hitler. Um grupo de 8 soldados judeus sob o comando de um oficial americano, tem o plano de se infiltrar na França e enfraquecer os pelotões nazistas em ataques-assalto (lembrando o saudoso game Commandos: Behind the Enemy Lines). São uma força-tarefa altamente especializada, e comandados pelo Tenente americano Aldo Raine, o Apache, interpretado por Brad Pitt.
De outro lado da trama é contada a história de Shosanna Dreyfus que vê sua família ser assassinada por oficiais da Gestapo e tem a chance de se vingar - digamos de passagem, de ficar BEM vingada.
Com uma utilização espetacular da fotografia, trilha sonora original, e um roteiro dividido em capítulos como em Kill Bill - outro filme seu - Tarantino constrói uma trama caótica que vai desenhando o filme de modo a levar a história a um fim incrível - mesmo que isso se esconda bem no meio das intricadas situações que aparecem.
Ótimo filme, recomendo a todos que assistiram filmes sobre a segunda guerra e ficaram indignados com a molenguice de alguns diretores - e àqueles que assistiram Kill Bill e admiraram a composição apesar de todo o sangue (risos).
Agradeço a Indianara Ramos pela sugestão :-)
Abraços,
Gabzmoreira
Bem vindo ao "Pensar não é pecado": o juntar de uma miscelânea de coisas que me interessam pessoalmente; textos sobre arte, música, poesia, fé na humanidade e teologia cristã, entre outros temas. A proposta desse blog é ser um espaço para livre exposição de ideias, de produção artística e de compartilhamento, além de manter contato com amigos próximos e mais distantes. Um abraço a todos, e sejam bem vindos!
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Gabriel
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6 comentários:
Gabriel, eu assistí ao filme no cinema e achei apenas razoável.Não ví nada de fantástico na idéia de escalpelar os nazistas dos judeus e a violência típica do Quentin Tarantino (sempre acho que ele é um clone do Samuel Rosa do Skank ou seria o contrário? A segunda guerra mundial para fazer filmes parece não se esgotar, mas já ví filmes bem melhores com essa temática. Faltou também qualidade nos diálogos.
Eduardo
É a proposta artistica do Tarantino, é só ver pulp fiction e kill bill. Entendo suas demandas como historiador, mas como artista Quentin é bastante relevante. Leia a crítica do site Omelete sobre o filme que está bem mais detalhado que o meu.http://www.omelete.com.br/cine/100022604/Critica__Bastardos_Inglorios.aspx
abraço
Um pouco tarde pra discutir o assunto, mas não desprezo o Tarantino, aliás nem sou fã do genero mas confesso que ele consegue prender minha atenção. Sem falar no excelente final, sem clichês e demonstrando que tudo é possível no cinema. Ótimo filme, não por acaso concorre a algumas categorias do Oscar.
É verdade èder. Pra falar acerca do meu respeito pelo cinegrafista, eu, que sou um crítico ferrenho aos filmes de terror do cinema senti, nessa semana, vontade de assistir Albergue...
Abraço.
Gabriel, me senti honrado por me seguir no Blog "Recortes", nomei assim porque queria falar um pouco sobre tudo, desde o meu cotidiano a espiritualidade, cultura, política, comportamento, cinema, futebol, música... enfim, o que der na telha. Grato
Quanto ao Tarantino, na verdade também considero o "terror" até meio burro, prefiro um suspense, ao estilo Jogos Mortais 1 (o único na verdade), gosto de filmes que me surpreendam. O Albergue é interessante pelo final pouco convencional ao genero, mas é bem pesado - não gosto de violência gratuita e tortura. Afora essa apelação do Tarantino, os recursos usados em filmes como Kill Bill e Bastardos me atraem. Bom sou cinéfilo. Abraço!
Pois é, também tenho restrições enormes a terror - e considero jogos mortais terror também. Quase perdi amigos por isso.
Albergue não vi ainda, mas vou considerar seu comentário, porque se você aproveitou algo de Jogos Mortais (que eu detestei principalmente pelo sadismo e violência gratuita) e considerou O Albergue forte, acho que não vou conseguir nada do filme :-D
Sobre o blog, eu também tento fazer "recortes" da minha vida, porque, modéstia a parte, acho-a muito interessante!! risos.
Abraço!
(vou postar um dia desses a música de natal que o coral aqui cantou.)
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